Decidimos inspecionar o resto da sala. Foi aí que as coisas pioraram, não drasticamente, mas de forma insidiosa. O tipo de “império” que você só percebe quando o medo aguça sua atenção.
Marcas semelhantes, porém menores, podiam ser encontradas em outras áreas. Quase como versões anteriores da mesma estrutura. Algumas eram quase invisíveis, a menos que se estivesse procurando por elas.
Foi então que eu disse em voz alta: “Deveríamos ligar para a recepção.”
Meu marido hesitou. “Pode não ser nada.”
Mas ele também já não parecia convencido.
Antes de tomar a decisão, ficamos ali, observando a situação. Não sei porquê. Talvez porque uma parte de nós quisesse que as coisas permanecessem como estavam, que continuassem explicáveis. O desconhecido parece mais pesado quando o reconhecemos.
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